

Desenvolvemos sistemas para clínicas, laboratórios e operações de saúde que não cabem em um software pronto. Dado de saúde é dado pessoal sensível pela LGPD, por isso acesso, registro e segurança fazem parte do projeto desde o começo.
A LGPD trata dados de saúde como dados pessoais sensíveis, com regras mais rígidas de uso e proteção. Sistemas improvisados, planilhas compartilhadas e acessos genéricos expõem pacientes e a própria operação.
Agendamento, recepção, atendimento e retorno no fluxo real da sua operação.
Agendamento online, resultados, documentos e comunicação segura.
Cada profissional vê só o que precisa, com autenticação forte.
Registro de quem acessou ou alterou cada informação e quando.
Bases legais, consentimento, retenção, anonimização e atendimento aos direitos do titular.
Faturamento, laboratórios, equipamentos e sistemas que a operação já usa.
Operações com fluxos próprios que precisam de um sistema sob medida, ou de módulos que conversem com o sistema que já usam.
Segurança e LGPD entram na descoberta, não depois.
Fluxos, perfis de acesso, dados tratados e integrações.
Quais dados sensíveis existem, por que são tratados e quem acessa.
Entregas em etapas, com testes e revisão de segurança.
Monitoramento, backups, atualizações e suporte mensal.
Práticas alinhadas ao OWASP e à ISO/IEC 27001, criptografia, backups testados e controle de acesso.
Um módulo, como agenda ou portal do paciente, pode ser o primeiro passo antes do sistema completo.
Ver consultoria de descobertaO que as empresas costumam perguntar antes de começar.
Sim. Desenvolvemos sistemas sob medida para clínicas, laboratórios e operações de saúde, com dados sensíveis tratados conforme a LGPD, controle de acesso por função e registro de auditoria.
Dados referentes à saúde são dados pessoais sensíveis pela LGPD. O tratamento exige base legal específica, cuidados reforçados de segurança e controle de quem acessa cada informação.
Sim, quando o sistema oferece API, banco de dados ou arquivos de integração. Avaliamos as opções na descoberta.
Sim. Agenda online, portal do paciente ou um fluxo específico podem ser o primeiro passo, integrados ao que já existe.
Diga quem usa, quais dados envolve e quais sistemas existem hoje.